ATUALIZANDO

LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE

Três palavras extremamente significativas neste momento e que, acredito, nunca fizeram tanto sentido para todos os povos do nosso planeta. A primeira, LIBERDADE, em parte, nos foi tolhida. Ninguém tinha ideia do quão difícil seria estar separado dos seus entes queridos, distante do seu trabalho, de todos os seus amigos. Estar recluso gera confusão, insegurança, estresse, mas é uma oportunidade tremenda de revermos todos nossos pré e conceitos. Mas, por que tal restrição? Por IGUALDADE. Esse período serve para grandes reflexões, sejam elas políticas, econômicas ou sociais. Dentro e fora das nossas casas, todos estão refletindo sobre como sofremos por angústias e problemas em comum e estudando qual a será a nossa melhor saída. Mas, em prol de que devemos esse sacrificio? Por FRATERNIDADE. Sentimento de carinho muito forte, de dedicação, de interesse pela figura do outro, gerando sentimentos positivos e construtivos, podendo até em certos momentos, levar o indivíduo a fazer grandes sacrifícios, que só seria capaz de fazer por ele mesmo.   Ike Koetz, Presidente da Recreio Gramadense. Foto: Gustavo Merolli   A vida faz sentido quando estamos felizes perto das pessoas que amamos e nos fazem bem. Que egoísta seria, viver em um mundo sem amigos e sem família, não?! Pois é pela saúde de todos que estamos em casa. Nós também não vemos a hora de voltarmos às atividades e de nos aproximarmos novamente. Por ora, ficaremos com as boas recordações e o sentimento do quanto isso é importante para nós. Fiquem tranquilos, pois as celebrações, festas e eventos voltarão, afinal, o calor humano e a alegria são os combustíveis para estarmos aqui durante 105 anos! O que está acontecendo agora nos força a enxergar tudo que deixamos de fazer. Tenho certeza que quando retornarmos à nossa liberdade, aproveitaremos intensamente todas as oportunidades para ficarmos juntos. Abraços e até breve!     Ike KoetzPresidência Recreio GramadenseGestão 2018 a 2020

RESGATE DO CONVÍVIO

Há mais de 53 anos nosso ex-presidente Genedy Moraes e sua esposa encantaram-se pela cidade de Gramado. “Nossa lua de mel foi aqui e sempre gostamos muito da vida social. Frequentamos muitas festas e sempre quis participar como sócio da Recreio. No início não havia maneira de associar-me e  eu sofri, muito. Voluntariei para poder fazer parte. Quando tive acesso a um título patrimonial que havia sido devolvido, comprei para ingressar. Esforcei-me para entrar no clube. Eu e a Silvia, minha esposa prestigiamos a convivência aqui”, lembra. Recorda-se que foi a convite do amigo e também ex-presidente, Ronaldo Pinheiro que surgiu a oportunidade de contribuir com a Recreio. "Depois de algum tempo o Conselho Deliberativo convidou-me para preencher a vaga de presidente, em 2016. Foi um período difícil, pois houve o afastamento da Eliana, que acidentou-se e foi impedida de prestar o seu serviço.  Além de infiltrações gravíssimas que comprometiam a estrutura da cozinha, havia questões de segurança e tivemos que fazer uma reforma geral. Instalamos a escada de emergência, um dos limitativos da capacidade do salão, que após a tragédia da Boate Kiss, limitou-se a 450 pessoas, inviabilizando a realização de muitos eventos aqui. Vivemos um grande período de crise após esta horrível tragédia. Mas com muito esforço e colaboração de muitas pessoas, superamos”, conta.   Juliana Koetz, Relações Públicas; Ike, Presidente da Recreio Gramadense em exercício e Genedy Moraes, Ex-Presidente da Recreio Gramadense. Projeto "Relembrando", 2019. Foto: Arquivo S.R.G. “Valorizo muito a vida em sociedade, convívio entre as famílias, ponto de encontro, postura, educação e caráter. A elegância deve ser sempre mais interna do que externa. A ética é importante, pois temos que agir como exemplo e olhar as pessoas de frente. O convívio no clube nos proporciona esse olhar. O mais indesejável que imagino é chegar a um lugar e ter que evitar olhar nos olhos das pessoas, por alguma coisa que tenha feito”, considera. Reconhece que, hoje em dia está tudo muito diferente, mas que é importante lembrar que por muito tempo foi assim e ressalta que devemos fazer o possível para que esse convívio perpetue e resista ao tempo e a qualquer adversidade. “Atualmente eu sinto como se a mocidade não valorizasse da mesma forma os encontros de jovens como antigamente”. Ele expõe a importância em resgatarmos este comportamento.   Baile do Suéter, 2006 na Sociedade Recreio Gramadense. Foto: Arquivo S.R.G.   Relembrou momentos de confraternização com as pessoas em muitos bailes, como Reveillon, Aniversários do Clube, Homens na Cozinha. “Eu e Sílvia sempre terminávamos as festas dançando. Uma das lembranças que guardo com carinho é de quando fui convidado para desfilar com os outros rapazes da sociedade no Baile do Suéter. Escolheram um elegante modelo para eu usar e encerrei o desfile. Desci a escada ao lado do palco, fiz a volta no salão e em seguida o baile começou. Dançamos muito, a noite inteira em mais um baile maravilhoso na Sociedade Recreio Gramadense”.               APOIO:      

RELEMBRANDO

EM CASA

Alexandre Masotti e a Recreio têm uma longa história juntos.  “Contarei um pouco sobre o que esta casa representou em minha vida como cidadão gramadense. A primeira lembrança no clube é de uma inesquecível festa de final de ano quando estudava na terceira ou quarta série do Colégio Santos Dumont”, conta. Este foi um evento de confraternização na Recreio entre amigos no período escolar que marcou estudantes de Gramado na mesma faixa etária. Alexandre é um dos nossos Conselheiros engajado nas questões do clube, há bastante tempo. “Quando os meus pais vieram na festa em comemoração aos 50 anos da Recreio, fiquei muito impressionado: - Como um lugar pode fazer 50 anos? Pensava, eu. Por mais de três décadas minha mãe guardou o arranjo de mesa com flores, vela e o numero 50 em arame todo dourado como recordação, enfeitando a sala de casa.”   Alexandre Masotti, "Relembrando" na Recreio Gramadense. Foto: Rafael Debacco   “Meu tio, Fernando Caberlon, na década de 60 foi ecônomo da sociedade e como somos da mesma família, eu estava sempre por aqui. Aos finais de semana vinha aos jogos de bolão armar pinos e ganhar dinheiro. Foi um tempo de grandes disputas e eu torcia pelo time Combate. Outro bom motivo para vir a Recreio eram os maravilhosos pastéis feitos por minha tia Tere. Uma oportunidade perfeita: tomar refrigerante, comer pastéis, ganhar dinheiro e ainda encontrar os amigos”, recorda-se com carinho. “Lembro-me dos carteados, no andar de cima. Às vezes a gente arranjava alguma coisa para levar para o pessoal que ficava jogando carta diuturnamente, só para espiar. A cerração de fumaça e odor insuportável lá em cima, não tem como esquecer”, comenta.   Carnaval na Recreio, sempre uma lembrança especial. Foto: Arquivo Pessoal Alexandre Masotti   “Havia uma televisão no clube, onde meus tios moravam. Tradicionalmente, aos domingos à tarde assistíamos juntos ao programa Jovem Guarda, com Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa e participações especiais de muitos artistas”, conta. Como os Beatles representaram uma virada no mercado jovem na Inglaterra e no mundo, os músicos da Jovem Guarda foram o estopim para a formação da identidade jovem no Brasil. Fizeram a virada de consumo e comportamento influenciados pelo rock e pop dos EUA, Inglaterra e Itália entre 1960 e 1968, repercutindo no Brasil inteiro. “Houve um famoso show do Agnaldo Rayol. Fazia muito sucesso e uma noite ele se apresentou aqui na Recreio. Eu pude assistir por que a gente ficava na copa ajudando o meu tio. É uma lembrança bacana que tenho até hoje...muitos vieram prestigiar o artista que veio do Rio de Janeiro, para se apresentar em Gramado... as gurias eufóricas, mulheres histéricas! Foi uma época bem legal quando a nossa família Benetti e Caberlon reunia-se no clube. Os primos brincavam juntos praticamente todos os finais de semana aqui na Recreio. Era como se estivéssemos em casa”.   Carteirinha de Sócio da Recreio Gramadense. Arquivo Pessoal   No início dos anos 70, na parte superior da Recreio, amigos abriram uma danceteria chamada Casa Nossa, local para encontro de adolescentes nos domingos à tarde. “Nos sábados à noite era freqüentado por um pessoal um pouco mais velho do que eu, havia barzinho e música. O clube abriu as portas para o público jovem ter uma participação mais efetiva. A entrada era ao lado do prédio”, diz.   Convite para posse do Conselho Deliberativo, 2001. Arquivo Pessoal     Sobre a participação na Diretoria, Alexandre viveu outro momento quando iniciou no Conselho Deliberativo em 2001. “Mais tarde eu passei para o Conselho Fiscal e pude acompanhar um processo de mudança importante. Profissionalizamos a administração com controle de contas e a entidade passou a se posicionar como uma empresa”. Contribuição à visão de uma Diretoria que determinou as medidas necessárias para manter esta instituição centenária. “A ousadia e dedicação de todo o time que trabalhou pelo projeto Recreio 2000 transformaram a Recreio no clube do porte que temos hoje. A grande guinada foi reformular toda a política, a parte estrutural e física”, diz. Hoje a Recreio é um clube de referência para muitas cidades, com uma estrutura adequada, conforto e condições de segurança, adaptando-se aos novos tempos. Aqui na Recreio, Alexandre continua em casa!               APOIO:        

DESTAQUE

ELIANA WAZLAWICK

No mês em homenagem às mulheres, o destaque é para Eliana Wazlawick que esbanja simpatia, competência e dedicação à Recreio por mais de 30 anos.“Eu era bem menina ainda e trabalhava em uma loja, mas assim que soube da vaga, me dirigi ao clube para participar da entrevista. Lembro-me do nervosismo quando atendi ao telefone pela primeira vez”.   Eliana Wazlawick. Foto Gustavo Merolli   Como Secretária Executiva, iniciou na década de 80, quando no salão do clube havia divisórias corrediças e um espaço usufruído pelo economato na lateral. “Além de trabalhar como secretária em atendimento aos associados, eu costurava e bordava junto à diretoria. Fazíamos todas as decorações das festas na grande mesa da presidência. Empresas terceirizadas não existiam! As famílias com espírito envolvido traziamos filhos para fazer acontecer. As crianças corriam pelo clube, jogavam bolão, jantavam aqui enquanto os pais trabalhavam. A organização das festas sempre foi conduzida com muito zelo e respeito pela sociedade para proporcionar aos convidados uma noite inesquecível. Hoje, meu filho e meu marido me ajudam em muitos eventos". Eliana apoia e auxilia a Diretoria no trabalho de promover atividades culturais, educativas, recreativas e sociais que visem o bem estar dos sócios e da comunidade de Gramado. É o cargo de confiança de uma sociedade festiva. “Lembro-me que fiquei encantada com os jantares baile quando comecei a trabalhar aqui. Os sócios eram contatados pessoalmente em suas casas para comprar os convites. As mesas disputadas e os lugares reservados com bastante antecedência, escolhidos através do mapa que ficava disponível na secretaria”. Desde aquela época ela trabalha literalmente com as portas abertas para a comunidade. “Sempre digo que não tenho somente um gestor, eu tenho vários, que são todos os associados”.   Rafael dos Reis Eliana Wazlawick. Foto Gustavo Merolli    Antigamente, havia emissão de carnês para os sócios que pagavam suas mensalidades na Caixa Estadual, Banrisul ou direto na secretaria do clube. Os carnês eram enviados pelo correio para o endereço do associado. O acesso ao clube só era permitido para quem estivesse em dia com a mensalidade. Mas, muita coisa mudou ... “Hoje temos também contratos comerciais e nos adaptamos a um novo tempo”. É papel do clube social, manter e incentivar o bom relacionamento entre a sociedade e entidades de cultura, educação, religião, recreação e órgãos governamentais. “Os processos de mudança e as reformas permitiram manter esta estrutura que é hoje o espaço mais tradicional de Gramado para a realização de festas. Sediamos todos os tipos de eventos: aniversários de 15 anos, casamentos, eventos culturais e corporativos. Somos o espaço da comunidade gramadense, para ser usufruído a qualquer momento. Todos os eventos de iniciativa pública e privada que beneficiem a comunidade são bem recebidos e ajudamos a organizar com muito carinho”, garante.   Charles Reis e Eliana Wazlawick. Foto Gustavo Merolli   Considerada por muitas pessoas como o “Coração da Recreio”, Eliana vivenciou as transformações desde o Presidente Pedro Henrique Benetti e foi fundamental para o executivo de tantas diretorias como Décio Caldas, Paulo Volk, Alemir Coletto, Ronaldo Pinheiro, João Benetti, Genedy Moraes e atualmente é o braço direito do Presidente Ike Koetz. “Cada diretoria teve a sua forma de fazer acontecer”, diz. Além das responsabilidades internas do clube como documentos e correspondências, organiza agenda e negocia os contratos para a realização dos eventos. “Estou atenta à zeladoria, à parte comercial, prestação de contas, finanças, recursos, ponto de equilíbrio. Preocupo-me em ter uma visão ampla constantemente. Buscar patrocínios, novos contratos e trazer a comunidade para dentro do clube”. Confessa que aprendeu bastante com esposas que trabalharam ao lado dos seus maridos nas diretorias. “Lições de etiqueta, como vestir-se, cumprimentar, recepcionar, comportamentos importantes no convívio social. Elas me ensinaram como receber os convidados com requinte em diversas ocasiões. Os Conselheiros Deliberativos também me ensinaram muito. A Recreio foi a minha escola” conta. Ela gerencia todos os processos e participa do início ao fim para assegurar a satisfação dos convidados.“O apoio é constante e participo desde o início da montagem, dando suporte para que o cliente fique satisfeito com a execução e realize aquilo que foi planejando. Minha equipe precisa estar engajada dentro da logística, no pré e pós evento. Além do amplo calendário de eventos sediados, realizamos Reveillon, Carnaval, REVIVAL e O Mundo Encantado da Recreio”.Eliana salienta que cada presidente teve seus méritos e existem novos desafios a cada ano.“Hoje somos um clube clássico e contemporâneo. Nossa gestão atual tem um presidente jovem, com a mente aberta e a experiência do Conselho ao seu lado. Batalhamos o crescimento do clube com uma visão promissora para o futuro. Precisamos de novos gestores, pessoas com ideias novas e muito entusiasmo. Este ano, comemoramos 105 anos e por aqui, a vida continua!”            

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DESTAQUES DA FOLIA

Lembrando que não fazemos absolutamente nada sozinhos, agradecemos a todos que participaram, colaboraram e vieram se divertir conosco. O Carnaval é um evento preparado com a expectativa de muita alegria e diversão. Graças à união de muitas pessoas, Recreio na Folia 2020 aconteceu e foi sucesso, mais uma vez!    Rainha Recreio na Folia Infantil 2020: Isabela Scheifer da Silva e Rainha Recreio na Folia Infantil 2019: Sofia Tomazeli. Foto: Gustavo Merolli   Logo no início da tarde no bailinho infantil, presenciamos um show de criatividade com as crianças que compareceram em massa, lotando o salão da Recreio com a melhor energia e entusiasmo. Fábio Veeck, Rei Momo; Fernanda Schonardie, Rainha do Carnaval 2020. Destaques da Categoria 00 a 05 anos: Isabela da Rosa, Lorenzo Mendes e Pietro Candiago Tomazelli. Foto: Gustavo Merolli   Rafaela Scain, Sofia Tomazeli, Carolina Teixeira. Destaques Categoria 06 a 08 anos: Carolina Melgart, Valentina Correa e Caio Freitas Sefrin. Fernanda Schonardie, Rainha Recreio na Folia 2020; Fabio Veeck, Rei Momo e Ike Koetz, Presidente da Recreio. Foto: Gustavo Merolli Eliana Wazlawick, Fernanda Schonardie, Rafaela Scain, Carolina Teixeira, Sofia Tomazelli. Destaques Categoria 09 a 12 anos: Tainá Souza Gomes, Ana Rosa Freitas Sefrin e Luise Perine. Fabio Veeck e Ike Koetz. Foto: Gustavo Merolli   Destaques do Carnaval Infantil: Carolina Melgart, Valentina Correa, Caio Sefrin, Tainá Souza Gomes, Ana Rosa Freitas Sefrin, Luisi Perine, Isabela da Rosa, Lorenzo Mendes, Pietro Candiago Tomazelli. Foto: Gustavo Merolli       Isabela Scheifer da Silva, Rainha Recreio na Folia Infantil 2020; Sofia Tomazeli, Rainha Recreio na Folia Infantil 2019 e Cailin Dienstmann Rainha Recreio na Folia Infantil 2018. Foto: Gustavo Merolli   Agradecemos a Rainha do Carnaval 2019, Andréia Coletto e a Corte 2020 com a Rainha Fernanda Schonardie, o Príncipe Abre Alas João Vicente Correa e o Rei Momo Fábio Veeck que brilharam como os anfitriões da noite.   Rainha Recreio na Folia 2019 Andréia Coletto e Rainha Recreio na Folia 2020 Fernanda Schonardie. Foto: Gustavo Merolli   Apresentação da Corte Recreio na Folia 2020. Foto: Gustavo Merolli   Aos blocos carnavalescos da cidade, o nosso reconhecimento por manterem o carnaval de Gramado vivo. Velhinhos Transviados, Rebloco e 100 Juizo, apresentaram um show de batucada emocionante!    Apresentação do bloco carnavalesco "Rebloco". Foto: Gustavo Merolli Apresentação bloco de carnaval "100 Juízo". Foto: Gustavo Merolli Apresentação bloco de carnaval "Velhinhos Transviados". Foto: Gustavo Merolli   Agradecimento especial ao patrocinador VITA Boulevard e aos apoiadores: Jeito de Criança, Pampilli, Klin, JP Estacionamento, Cultura Inglesa, Visão Contabilidade, João de Barro, Mercado Stahl, Restaurante e Pizzaria Scur, Hotel Alpestre e Criamigos.   Recreio na Folia 2020. Foto: Gustavo Merolli   A cada folião que dançou, brincou e veio prestigiar essa grande festa de carnaval, a nossa gratidão, pois sem vocês, nada disso faria sentido. Agora é só curtir os registros incríveis dos nossos parceiros de sempre, nas fotos do Gustavo Merolli e no vídeo produzido por Lucas Dias, em nossas redes sociais. Esperamos rever a todos no Carnaval Recreio na Folia 2021!   Ike KoetzPresidência Recreio GramadenseGestão 2018 a 2020

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PRÁ QUE DINHEIRO

A família de Darci Michaelsen sempre teve envolvimento expressivo na Recreio Gramadense. “Meu pai, Arno Michaelsen foi Prefeito de Gramado de 1960 a 1963. Muito atuante no clube, ele jogava bolão nos Vampiros" conta.   Arno e Angelina Michaelsen, 1960. Foto: Arquivo Pessoal Darci Michaelsen     Lealdo e Zely Willrich, Arno e Angelina Michaelsen, Willy e Cecilia Klement. Foto: Arquivo Pessoal Darci Michaelsen    Dorli Michaelsen, Rainha da Sociedade Recreio Gramadense, 1960. 1961. Foto: Arquivo Pessoal Darci Michaelsen   "Minhas irmãs, Dorli foi rainha da Sociedade Recreio Gramadense e a Delci debutou em 1964. Os encontros da maioria das famílias de Gramado, aconteciam neste lugar onde passei realmente uma parte muito bacana da minha vida. Eu vinha à boate aos sábados à noite e matines dançantes aos domingos à tarde. Programação mais do que especial. Na sacada da Recreio, foi onde falei com minha esposa, pela primeira vez em 1971. Naquele tempo em que se dançava junto”...   Delci Michaelsen, Carnaval Infantil, 1961. Foto: Arquivo Pessoal Darci Michaelsen    Delci Michaelsen, Baile de Debutantes, 1964. Foto: Arquivo Pessoal Darci Michaelsen   Ligado às festas, música e arte, Mica relembrou uma linda fase dos anos 60 quando havia apresentações artísticas do Ginásio São Pedro, as formaturas, as festas do Colégio das Irmãs. “Existiam duas academias de acordeon a Verdi, da Professora Helena Jungblud e Schumann, da minha irmã Dorli e da Dona Vandora, esposa do seu Antônio ferroviário, o chamado guarda chaves, que cuidava da estação de trem. Em maio de 1961, aconteceu uma apresentação inesquecível da Academia Schumann”.    Academia Musical Schumann, 1961. Foto: Arquivo Pessoal Darci Michaelsen   Humor político já era entretenimento brasileiro, quando poucos tinham televisão em preto e branco. Conhecidos nomes da comédia se reuniam num coral que cantava as mazelas do Brasil em versos. “Inspirados no Coral dos Bigodudos, satirizamos no carnaval de salão com a maior cara de pau. Foi uma produção muito arrojada. A Dona Irma Peccin fez a nossa caracterização, com um camisolão e os bigodes que buscamos em uma roça de milho”. Cordão dos Bigodudos 1961, Laurence Peccin, Darci, Paulo Bertoja, Heino Hoppner, Ivan Bisol, Luciano Peccin e Gilberto Bastos. Foto: Arquivo Pessoal Darci Michaelsen "Momento peculiar nos carnavais eram as disputas de fantasias e desempenho nas apresentações, que foram aprimorando-se. Aqui em Gramado sempre existiu duas correntes político-partidárias e religiosas, sempre opostas. Havia um bloco muito bonito, Monarcas do Ritmo, bem conduzido e luxuoso", conta.   Premiação dos Blocos 1970. Foto: Arquivo Pessoal Darci Michaelsen   "Eu não estava participando de nenhum bloco na época, então organizei um concorrente na parte musical. Com amigos, músicos não profissionais, seresteiros, montamos um bloco que veio a se chamar de Prá que Dinheiro. O nome foi inspirado na música do Martinho da Villa, lançada naquele ano, 1968", resgata.    "Prá Quê Dinheiro", 1973. Foto: Arquivo Pessoal Darci Michaelsen   "Criamos o bloco de véspera, um mês antes do Carnaval. Pequeno, só de guris, a maioria derivou do Crentes da Folia. Nossas fantasias confeccionadas pela Marília Daros, de jornal, desmanchavam-se e precisavam ser refeitas a cada apresentação. Fizemos uma produção barata com ironia, justamente para debochar. Entramos no baile de carnaval tocando gaita e cantando “Coração de Luto”. A sátira ao programa do Chacrinha, foi sensacional!", recorda-se.    "Prá Quê Dinheiro" Darci Michaelsen, Fabiano Bertoluci (Teixeirinha e Meri Teresinha), Fedoca (India Poti), Raul Beux (Chacrinha). Foto: Arquivo Pessoal Darci Michaelsen   "Houve um ano que desfilamos com cabeças de Tio Patinhas, maravilhosas, desenvolvidas pela minha irmã. Fizemos sucesso, o Pra Quê Dinheiro foi marcante e divertido. Nossa concentração e ensaios aconteciam na garagem na antiga casa do senhor Walter Bertolucci. Foi uma época espetacular! Durou pelo menos sete anos e até hoje nos encontramos para fazer churrasco, tocar, cantar e ouvir músicas", diz.     Darci e Liza Michaelsen. Foto: Arquivo Pessoal Darci Michaelsen   Lembra-se que outro tipo de ocasião frequente aqui foram festas de casamentos. "Eventos grandes de Gramado aconteceram aqui, pois durante muitos anos foi a única ou melhor opção. Percebe-se que as bases e os pilares do clube, as famílias tradicionais da cidade permanecem com o apoio de várias outras famílias que vieram para cá".    Darci Michaelsen "Relembrando" na Recreio Gramadense. Foto: Arquivo Sociedade Recreio Gramadense   A solidez e sustentação da Recreio estão diretamente ligadas à sua origem. Darci Michaelsen atuou por  mais de 10 anos em Diretorias e no Conselho Deliberativo. "Acompanhei de perto o projeto Recreio 2000 e pude contribuir na condução do processo da reforma, liderada pelo Coletto, com a rifa de uma BMW. Temos um clube assentado na estrutura de 105 anos em uma posição maravilhosa! Desconheço outro, no interior, com tamanha pujança e beleza".              APOIO:        

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BLOCOS DE CARNAVAL

Gramado ainda era Distrito de Taquara e já havia o Carnaval da Recreio. O primeiro baile aconteceu por volta de 1920. À tarde, na Av. Borges de Medeiros, desfile com bandinha, cortejo de foliões fantasiados e carretas enfeitadas puxadas por cavalos conduzindo a Rainha do Carnaval.   Desfile de Carnaval de Rua, bloco "Índios Tapuias", 1936. Foto: Arquivo Histórico João Leopoldo Lied   O baile começava às 20h, no salão da Recreio Gramadense. De regra, chegava-se mascarado, mantendo suspense até a meia noite quando os foliões revelavam-se. Famílias e amigos veranistas, turistas, gramadenses e canelenses curtiam o carnaval.   Carnaval na Recreio, 1925. Foto: Arquivo Pessoal Joecy Zatti     Carnaval na Recreio, 1926, bloco "Os Cangaceiros". Foto: Arquivo Histórico João Leopoldo Lied Os  “cordões” de amigos com a mesma fantasia apresentavam-se no salão do casarão de madeira com a Banda do Zé Pereira, compostos na sua grande maioria por glamorosas mulheres: “As Garatibas”, “As Camponesas” e “Flor Vienense”, entre outras. As brincadeiras sadias eram batalhas de confetes e pouquíssimo consumo de bebidas alcoólicas, antes da popularização do lança perfume, que também foi muito usado por aqui a partir de 1940. Sentir um jato nas costas enquanto dançava era sinal de que havia um folião interessado e partir daí, começava outro tipo de brincadeira!  Carnaval Infantil na Recreio, anos 50. Foto: Arquivo Pessoal Maria Helena Willrich   Os Concursos de Fantasias no carnaval infantil causavam ansiedade na criançada e nas caprichosas mamães, com disputas acirradas. Premiações para os melhores blocos no carnaval adulto geravam expectativa. Os adolescentes vinham ao clube comer pastéis, tomar guaraná no carnaval das crianças, desfilando roupas descoladas. Para muitas gerações, significou a estréia na noite Gramadense, vestiam os melhores modelos apenas para assistir as apresentações dos blocos, na companhia dos pais e quando a festa começava iam para casa dormir. Carnaval Infantil na Recreio, 1988. Foto: Arquivo Sociedade Recreio Gramadense Em 1950 surgiu o bloco “Os Malandros”, turma de solteiros vestidos a rigor. Em 1960 foi à vez de “As Gregas”, “As Mascaradas”, “O Cordão dos Bigodudos”, “Os Tiranos”, “Cavaleiros do Rei Artur”, “Espantalhos”, “Nega Maluca”, entre outros. Os “Surdos e Mudos” era formado por integrantes que não tocavam e nem cantavam... Carnaval na Recreio e a "Sororidade" nos anos 60. Foto: Arquivo Sociedade Recreio Gramadense  Bloco "Apito do Samba". Foto: Arquivo Pessoal Sérgio Bertoja   “Apito do Samba”, com dez casais surgiu em 1962 e em seguida, o “Crentes da Folia”, originaram outros dois blocos históricos que surgiram anos depois. "Crentes da Folia". Foto: Arquivo Pessoal Maria Helena Michaelsen   "Velhinhos Transviados". Foto: Arquivo Sociedade Recreio Gramadense   Em 1965 foi criado o bloco de casais mais tradicional de Gramado: “Velhinhos Transviados”, anteriormente chamados:“Verdugos Transviados”, “Palhaços Transviados”, “Chineses Transviados”, até sua denominação atual. A partir daí, surgiam “blocos” conduzidos por suas próprias baterias.   "Velhinhos Transviados", 1992. Foto: Arquivo Sociedade Recreio Gramadense   "Monarcas do Ritmo". Foto: Arquivo Pessoal Enoir Zorzanello Em 1966, “Monarcas do Ritmo” criado através de uma fusão de outros blocos, marcou época no carnaval do Rio Grande do Sul, por 12 anos. Com exuberantes e luxuosas fantasias, venciam todos os concursos. Levaram o nome de Gramado com destaque por muitas cidades. Desfilaram com as escolas de samba campeãs em Porto Alegre e contaram com a presença de atores famosos e centenas de gramadenses. Na mesma época, o “Prá quê Dinheiro”, nasceu com deboche e muita ironia do encontro de músicos irreverentes. Com uma ritmada e forte bateria, apresentavam um espetáculo de humor e muito talento. Divertidos e criativos, fizeram história no carnaval em nossa cidade e alguns amigos encontram-se até hoje, unidos pela música.   "Monarcas do Ritmo", 1971. Foto: Arquivo Pessoal Enoir Zorzanello   "Prá Quê Dinheiro". Foto: Arquivo Pessoal Darci Michaelsen A partir de times de futebol, no começo dos anos 70, o “Jegra” fez parte do carnaval por um ano e “Diz Meu Cafezinho” que homenageou o Bar e Café Cacique, foi fundado por homens solteiros que, mais tarde casaram-se incorporando uma ala feminina, com suas esposas. Em 1979 o bloco “Quis Um Gole” formado exclusivamente por jovens beberrões também evoluiu quando as mulheres começaram a participar em 1991, desenvolvendo Comissão de Frente e Ala das Baianas: quase uma mini escola de samba que brilhou por muitos anos! Blocos bem menores fizeram sucesso, mas apenas por um ou dois carnavais: “Os Provetas”, “As Coelhinhas” e “Os Bundinhas”, nas décadas de 80 e 90.   Bloco "Quis Um Gole". Foto: Arquivo Sociedade Recreio Gramadense "Diz Meu Cafezinho". Foto: Arquivo Pessoal Maria Helena Willrich Carnaval 1992, união dos blocos "Quis Um Gole", "Os Bundinhas", "Quereu Bebeu". Foto: Arquivo Sociedade Recreio Gramadense   "100 Juízo" Foto: Gustavo Merolli   "Sópranóis". Foto: Arquivo Pessoal Mateus Sales   Uma turma de amigos do bairro Floresta fundaram em 1990 o “Quereu Bebeu” e juntos passaram muitos carnavais. Em 1994, com excelente bateria e criatividade nasceu o “100 Juízo” que até hoje faz um show à parte. Os atletas do time do Retranca de futebol renderam-se ao samba e fundaram o “Sopranois”, em 1998. Em 2004, amigos uniram-se no antigo formato de “cordões” apresentando os “Discafeinados”.  O “Rebloco” nasceu em 2019 e é um fenômeno com a parceria da nova geração de amigos divertidos que fazem muito barulho!    "Rebloco" Foto: Gustavo Merolli   Sociedade Recreio Gramadense aguardando início da apresentação dos blocos. Foto: Gustavo Merolli E vem muito mais! Os detalhes  das inesquecíveis histórias regadas a muito chopp, guaraná, cuba ou energético e que aconteceram no salão da Recreio, foram revelados por quem viveu neste lugar que faz parte das nossas vidas e continua esbanjando energia aos 105 anos!  Que nosso espírito festeiro seja interminável! O Carnaval Recreio na Folia 2020 será amanhã, sábado 22/02 às 15h para as crianças e às 23h para os adultos, no salão principal da Sociedade Recreio Gramadense.              APOIO:      

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NAMORO DE CARNAVAL

Para Maria Helena Accorsi Willrich a Recreio sempre proporcionou o encontro entre gerações. “Falar de Recreio é falar das nossas raízes, sobre todas as gerações que se desenvolveram aqui. A Dona Zely Zatti Willrich, minha sogra sempre conta que foi na sala da casa dela que tudo começou, em 1915. A Recreio está completamente vinculada à cultura social de Gramado. É peça fundamental, cenário da nossa história. Eu era pequeninha quando meu pai foi presidente, mas lembro-me do esforço, do trabalho e dedicação dele. Parecia que o clube era uma prefeitura, pois havia envolvimento muito intenso de toda a comunidade, era um comando muito importante”.   Baile dos Estudantes, Recreio Gramadense, anos 50. Acervo Pessoal Mari Accorsi Willrich   Baile das Hortênsias. Década de 60. Acervo Pessoal Mari Accorsi Willrich       Gersy e Thereza Accorsi com amigos em evento social em Gramado. Acervo Pessoal Mari Willrich   Seu pai, o senhor Gersy Accorsi, foi presidente do clube na gestão de 1963 a 1965. Ela relembra com carinho o amor dele pela música. “Ele adorava cantar! Subia ao palco, pegava o microfone dos conjuntos enquanto apresentavam-se e encantava a todos com sua linda voz. Serenatas eram muito comuns na vida dele. Meu pai foi excelente cantor, um tenor com muita potência vocal. Fundador do Bloco dos Velhinhos, cantou em muitos casamentos também! Ele foi muito amigo dos senhores Eddi Oaigen, Almeris Peccin, Hugo Daros, Rugart Volk, Maury Pasqual e Euzébio Balzaretti, que também foram presidentes do clube. Minha mãe, Thereza Freitas Accorsi sempre o acompanhava. Eles me deixavam com a empregada e saiam juntos para decorar e organizar grandes eventos que envolviam os sócios e mobilizavam toda a comunidade”, conta.    Festa de Casamento em Gramado, Gersy e Thereza Accorsi. Recreio Gramadense. Acervo Pessoal Mari Willrich Festa de Casamento em Gramado, Gersy e Thereza Accorsi. Recreio Gramadense. Acervo Pessoal Mari Willrich   O primeiro baile de debutantes na Sociedade Recreio Gramadense foi organizado na gestão de Gersy Accorsi. “O salão estava decorado com uma linda cerejeira. Reproduziram um “Jardim Japonês” que ficou um encanto!! O que tinha de máximo em termos de dedicação e capricho era feito na Recreio” diz Mari. As meninas que foram apresentadas à sociedade naquela ocasião foram: Maria Lúcia Zatti, Ana Maria Ruschel, Ginês Maria Perini, Elaine da Silva Reis, Ines Mari Soares de Oliveira, Iara Maria Klement, Susana Willrich, Marilia Daros, Elóide Verena Müler, Liana Maria Ferreira, Wanderlei Peccin, Franci Maria Zatti, Teresinha Lorenzoni, Margot Dal Ri, Ingrid Kati Schwingel, Arlete Bertoluci, Sílvia Wilrich, Marlene Tissot e Maria Tomazelli.     Primeiro Baile de Debutantes em Gramado. Recreio Gramadense. Acervo Pessoal Mari Willrich   “Ser uma menina da sociedade era muito importante, naquela época. Para freqüentar a boate, precisava primeiro debutar. Eu debutei dez anos depois, com 13 anos. Antecipei, para participar da boate. Era o auge dos Beatles”, recorda-se.    Debutante Maria Helena Accorsi, 1973. Recreio Gramadense. Acervo Pessoal Mari Willrich    Debutantes Recreio Gramadense, 1973. Acervo Pessoal Mari Willrich   “Relembrar na Recreio, me remete à imagem da querida Sílvia Zorzanello, sempre incansável e batalhadora. Bailes clássicos, como o dos 60 anos da Recreio foi apresentado pelo casal de cerimonialistas Enoir e a Sílvia, entre tantos outros eventos sociais. A festa das hortênsias teve um intervalo durante uns dez anos, aproximadamente. Voltou na década de 80 com a ideia da Sílvia resgatando destaques das edições anteriores, reproduzindo o túnel de hortênsias e o desfile das rainhas”.     Festa de Aniversário 60 anos Recreio Gramadense. Acervo Pessoal Mari Willrich   Festa das Hortênsias, anos 80. Recreio Gramadense. Acervo Pessoal Mari Willrich   “Tenho uma memória afetiva muito grande dos carnavais. Era o momento mais esperado. Minha mãe fazia as fantasias para mim. Desde os dois aninhos de idade eu já vinha no Carnaval. Cada ano, era um preparo, usei fantasias de Baiana, Fadinha e até Chiquita Bacana fazendo crítica ao imperialismo americano”.     Carnaval Infantil Recreio Gramadense. Acervo Pessoal Mari Accorsi Willrich   Maria Helena Accorsi, Carnaval Infantil, anos 60. Recreio Gramadense. Acervo Pessoal Mari Willrich     Carnaval de Salão em Gramado, anos 80. Acervo Pessoal Mari Accorsi Willrich   Carnaval de Salão em Gramado, anos 80. Acervo Pessoal Mari Accorsi Willrich    "Mari de Caco e Caco de Mari" no Carnaval de 1978. Acervo Pessoal Mari Accorsi Willrich   A história que a Mari conta e está muito presente em sua vida, é ilustrada pela foto que registra esse momento lindo. “O meu namoro com o Caco começou aqui. Foi uma noite muito especial, no carnaval de 1978 que a nossa química surgiu... Naquela noite, a amiga Liege Zatti, que consideramos nossa madrinha oficial, nos disse que nunca mais iríamos nos separar... Que formamos um lindo casal e que tinha certeza que nosso namoro daria certo! Enfim, casamos e nosso namoro de carnaval já ultrapassou uns 40 anos!"   Ike Koetz e Mari Willrich, "Relembrando" na Recreio. Foto: Rafael Debacco                APOIO:      

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RECREIO NA FOLIA

Estamos quase chegando ao tão esperado feriado de Carnaval. Prepare sua fantasia para o melhor Baile de Carnaval de Salão da Serra Gaúcha! Garantindo a diversão, o brilho e a alegria com total segurança, RECREIO NA FOLIA 2020 está confirmado, mesmo com as obras para instalação do elevador no clube.   Rainha do Carnaval 2020, Fernanda Schonardie, Recreio Gramadense. Foto Gustavo Merolli   A tradicional festa de Gramado acontecerá no Sábado de Carnaval, dia 22 de fevereiro, no salão principal da Sociedade Recreio Gramadense.   Carnaval em Gramado, Recreio Gramadense. Foto Gustavo Merolli    Carnaval em Gramado, Recreio Gramadense. Foto Gustavo Merolli    O Carnaval Infantil começará às 15 horas de sábado, dia 22 de fevereiro. As inscrições para o divertido Concurso de Fantasias serão realizadas durante o evento. As crianças deverão estar acompanhadas por adulto responsável.   Carnaval Infantil em Gramado, Recreio Gramadense. Foto Gustavo Merolli    Carnaval Infantil em Gramado, Recreio Gramadense. Foto Gustavo Merolli     O Carnaval Adulto será às 23h30min, sábado, 22 de fevereiro. Haverá tradicional apresentação dos Blocos Carnavalescos Velhinhos Transviados, 100 Juízo e Rebloco. Após, a Banda Fama Festa Show segue animando os foliões durante a madrugada. Para quem não conhece, a energia é contagiante! Os artistas apresentam repertório atualizado e muita performance de palco.   Carnaval em Gramado, Recreio Gramadense. Foto Gustavo Merolli     Carnaval é o momento de jogar para longe toda a tristeza, embalado pelo samba e inspirado pela criatividade e brilho das fantasias.  A festa ficará melhor ainda se estivermos na companhia dos amigos... Reserve a sua mesa e venha se divertir com a gente!   Ike Koetz Presidência Recreio Gramadense Gestão 2018 a 2020